segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[Resenha] - Seis Anos Depois, de Harlan Coben

Autor (a): Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Número de Páginas: 272
Onde Comprar? Americanas / Submarino

Jake Fisher e Natalie Avery se conheceram no verão. Eles estavam em retiros diferentes, porém próximos um do outro. O dele era para escritores; o dela, para artistas. Eles se apaixonaram e, juntos, viveram os melhores meses de suas vidas. E foi por isso que Jake não entendeu quando Natalie decidiu romper com ele e se casar com Todd, um ex-namorado. No dia do casamento, ela pediu a Jake que os deixasse em paz e nunca mais voltasse a procurá-la. Jake tentou esconder seu coração partido dedicando-se integralmente à carreira de professor universitário e assim manteve sua promessa... durante seis anos.Ao ver o obituário de Todd, Jake não resiste e resolve se reaproximar de Natalie. No enterro, em vez de sua amada, encontra uma viúva diferente e logo descobre que o casamento de Natalie e Todd não passou de uma farsa. Agora ele está decidido a ir atrás dela, esteja onde estiver, mas não imagina os perigos que envolvem procurar uma pessoa que não quer ser encontrada.

Ter em mãos um livro do Harlan Coben sempre é um motivo para muita ansiedade, expectativa e alegria. E te garanto: a ansiedade não vai ser em vão, a expectativa vai ser superada e a alegria duplicada. 

Enquanto os sortudos que tiveram a oportunidade de participar da Bienal de São Paulo e conhecer o autor, eu estava mergulhado em mais uma trama sensacional do mesmo. Sendo este o quinto livro que leio do autor, posso afirmar que ele sabe reinventar suas histórias e mesmo que o pano de fundo seja o mesmo, cada história tem sua própria particularidade. “Seis Anos Depois” vem com uma recomendação do Library Jornal, dizendo que pode ser um dos melhores livros desde “Não Conte a Ninguém”. Tendo por base estes dois livros e os outros três que li, sim, esta obra de Coben, consegue ser estupidamente audaciosa e inteligente.

Jake Fisher é o protagonista da vez, um homem que amou apenas uma mulher na sua vida e que foi forte o suficiente para vê-la se cansando com outro. Porém talvez, o que mais o magoou é o pedido de sua amada Natalie pedindo para que ele nunca a procurasse e que deixasse ela e o seu esposo em paz. E assim foi durante seis anos com a vida seguindo seu curso, com a esperança de que o tempo curasse a ferida deixada por Natalie. Mas, tudo munda quando Jake ler o obituário do que parece ser do marido de Natalie, esperançoso resolve prestar suas condolências a mulher que nunca deixou de amar. A partir daí, segredos começarão ser abalados e antigas feridas reabertas. 

Narrado em primeira, somos inseridos dentro da mente de Jack, o que significa que estamos tão perdidos em pensamentos quanto ele. E por mais que tentamos dar um ao mistério, é impossível fazer isto antes que nos for revelado. A medida que vamos avançando na leitura, começamos a duvidar do grau de confiabilidade de pessoas, elas sempre parecem estar escondendo algo. Esta é uma característica marcante de Coben: confundir o leitor.

Harlan também mescla o suspense com um bom humor, sempre tendo uma piadinha aqui ou acolá, entre os personagens. Por falar neles, acho que este dos livros que li do autor, é o que conta com personagens de mais forte personalidade, seja por obstinação ou por franqueza. 

Enfim, como diz a frase de divulgação do livro: “Não espere seis anos para ler o melhor livro do Harlan Coben”.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

[Resenha] - As Cavernas de Aço, de Isaac Asimov

Autor (a): Isaac Asimov
Editora: Aleph
Ano: 2013
Número de Páginas: 304
Onde Comprar? Saraiva / Submarino

Em Nova York, o investigador de polícia Elijah Baley é escalado para investigar o assassinato de um embaixador dos Mundos Siderais. A rede de intrigas envolve desde sociedades secretas até interesses interplanetários. Mas nada o preocupa tanto quanto o seu parceiro no caso, cuja eficiência pode tomar o seu emprego, como acontecera com seu pai no passado. Pois seu parceiro é um robô. Publicado no início da década de 1950, As Cavernas de Aço é o primeiro romance do consagrado Ciclo dos Robôs de Isaac Asimov, mesclando de forma magistral os gêneros de ficção científica e literatura policial.

Depois de ter tido uma sequência de livros que me desapontaram, finalmente, cai em minhas mãos uma obra estupenda, que apenas com suas primeiras cinquenta páginas, seria capaz de entrar na lista de melhores livros que li este ano. É a primeira vez que leio algo do autor e que por ventura também é o primeiro romance do autor. Isso me deixa muito satisfeito, por que se em uma primeira obra eu encontrei algo tão bom, imagina nos próximos?! 

O gênero literário do livro é uma mistura de ficção cientifica e romance policial, que também pode ser classificado como uma distopia. A obra traz um mundo superpopuloso que precisa racionar água e comida e que vivem sob cúpulas de aço, não tendo qualquer contato com a luz do sol. A população era tanta que muitas pessoas tiveram que se mudar para outros mundos, porém, diferentemente da Terra, esses mundos conseguiram obter equilíbrio populacional e econômico.

Os habitantes desse mundo chamados de “Siderais” apoiam a criação de robôs para otimizar atividades, enquanto os terráqueos habitantes das cidades conhecidas como “Cavernas de Aço” são contra a implementação de robôs, pois é inadmissível para eles que a máquina substitua o homem. Por isso a Terra e os Mundos Siderais estão sempre em pé de guerra, devido ao conflito de interesses. E a hostilização pode aumentar quando um robô é encontrado morto e provavelmente assassinado por um terráqueo. 

O investigador Elijah Baley é convocado para solucionar caso e mesmo ele sendo um partidário do sistema contra robôs, ele aceita o caso. Só que nem tudo promete ser um mar de rosas, quando ele descobre que seu parceiro de investigação será também uma máquina. Estaria sua profissão sendo ameaçada?

“As Cavernas de Aço” é muito mais que apenas um livro de romance policial, é uma obra que faz uma dura crítica ao nosso mundo capitalista. Onde os seres humanos se tornaram escravos de suas próprias tecnologias. Uma das coisas mais interessantes de se ler uma distopia que foi publicada há mais de cinquenta anos atrás, é você ver que algumas coisas que antes parecia imaginável, hoje já pode ser realidade, por exemplo, a comunicação através de chips. Claro, que ainda não vivemos sob redomas de aço ou as estradas são de esteiras rolantes. Porém, já não é um futuro tão distante. 

O universo “Homem versus Robô” é constantemente questionado durante o livro. Será o homem mesmo substituível? Apesar de a máquina ser feita para não se cansar, ela não é dotada de sentimentos e durante diversos momentos da leitura, isso fica evidente. Contudo, isso não impede aos moradores das Cavernas de Aço de se sentirem ameaçados, pois existe casos de pessoas que teve seus cargos substituídos. Então, essas pessoas são sonhadoras, almejam poder voltar no tempo e ter feito diferente no passado.

De certa forma, a leitura me lembrou muito a “Revolução Industrial” quando os donos de fábricas começaram a automatização do trabalho, deixando vários trabalhadores que reclamavam por melhores condições de trabalho na rua, acredito que os sentimentos das pessoas que viveram essa época são bem parecidos dos personagens do livro. 

Poderia ficar horas discorrendo sobre este livro sensacional, mas vou recomendar que vocês confiram por si só, para não perder a graça. “As Cavernas de Aço” é um livro de narrativa simples, mas que traz ótimas reflexões, juntamente com uma edição caprichada da Editora Aleph.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

[Resenha] - O Para Sempre de Ella & Micha, de Jessica Sorensen

Autor (a): Jessica Sorensen
Editora: Geração Editorial
Ano: 2014
Número de Páginas: 336
Onde Comprar? Americanas / Submarino

Jessica Sorensen está de volta com o segundo volume da série, três vezes mais hot! Ella e Micha começaram a namorar. Ella está na faculdade em Las Vegas. Micha saiu em turnê com sua banda de rock. Tudo parece se encaminhar para uma relação estável. Mas não é o que acontece. Pesadelos começam a assombrar Ella. O medo de ser abandonado persegue Micha aonde quer que ele vá. Tudo o que enfrentaram antes não pode ter sido em vão... eles não podem perder um ao outro. Ou podem? Os dois irão sentir essa verdade na pele quando a distância começa a se revelar mais destruidora do que eles poderiam imaginar. Ciúmes, segredos e fantasmas do passado ressurgem ainda mais ferozes, enquanto as vivências sexuais se incendeiam, apimentadas por jogos sensuais, bebedeiras e muita velocidade nas estradas do oeste americano.

Quando li “O Segredo de Ella & Micha” tinha comentado que não tinha tantas expectativas para a continuação, porque o mesmo tinha me causado um leve descontentamento. Mas, o livro chegou de surpresa para mim de cortesia da editora, então, resolvi encarar e ver como andava a vida do problemático casal Ella e Micha.

E o que eu encontrei? Uma trama monótona, apesar dos frequentes abalos psicológicos de Ella. Acredito que lá no fundo, eu esperava encontrar uma evolução na maturidade dos personagens, levando em conta tudo que aconteceu no livro anterior, mas eles continuam o mesmo casal. Este segundo volume contém 336 páginas e posso dizer que não encontrei nada de relevante para a trama em metade delas. É um livro sem ápices, que segue uma linha continua do início ao fim. 

Tudo bem que Ella está iniciando um processo de transformação de um novo eu, para ficar livre de seus fantasmas. E assim é Micha lutando contra seus próprios medos. Contudo, a angústia era o sentimento que me acompanhava em meio essas divagações dos personagens. 

Por falar nos personagens, Lila e Ethan – os antagonistas da trama – continuam sendo meus personagens favoritos. Eles têm mais carisma e personalidade, apesar de terem sido menos trabalhados neste livro. Porém, o terceiro volume da série será do casal e confesso que minhas expectativas estão bastante positivas quanto a ele. Caso, as expectativas sejam atendidas continuarei com a série, caso não, desisto dela.

A trilha sonora do livro continua bastante impecável e o ritmo de leitura é bem rápido. Narrado em primeira pessoa, ora é narrado por Ella ora por Micha. Esse artificio usado pelo os autores é uma ótima oportunidade para conhecermos a visão de ambos personagens. 

“O Para Sempre de Ella & Micha” não é um livro ruim, é apenas um livro sem acontecimentos interessantes, um livro que irá tratar de conflitos familiares e depressão de uma forma leve. Ao menos, foi essa sensação que este segundo volume me causou

Outros livros da série:

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

5 filmes que assisti nas férias!

É... as férias chegaram ao fim! Não li tantos livros como gostaria, mas até que assisti um bom número de filmes e séries. E hoje vou apresentar cinco deles aqui.


1 - Diferenças & Semelhanças: Duas irmãs gêmeas, uma introvertida, e a outra bela e bem-sucedida, estão dentro do mesmo carro quando sofrem um acidente. Todos pensam que Lauren, a irmã mais feia, morreu, quando na verdade foi a irmã bela que faleceu. Esta é uma oportunidade para Lauren assumir a identidade da outra, levando uma vida mais interessante em um apartamento na cidade grande. 

É um bom drama que vai crescendo em um nível razoável, mas sem muito alardes. Zoe Kazan fez uma ótima interpretação, mas nem todos os personagens são convincentes. Todavia, conseguimos acompanhar toda a história até o final sem sinal de sonolência.


2 - O Mundo dos Pequeninos: Nos subúrbios de Tóquio, sob o assoalho de uma casa velha, Arrietty (Saoirse Ronan) vive em seu minúsculo mundo com a família, fazendo de tudo para manter em segredo a existência de todos. Sobrevivendo como pequenos ladrões, eles conhecem as regras para que nunca sejam percebidos pelos verdadeiros - e grandes - donos da casa. Para isso, procuram manter a desconfiança deles em cima dos gatos e ratos e tomam todos os cuidados possíveis para evitar de serem vistos. Contudo, quando um jovem rapaz se hospeda na casa, a pequenina Arietty acredita que poderá manter uma amizade com ele, apesar da diferença dos tamanhos.

Esta foi uma animação que me pegou de surpresa, esperava muito pouco e no final acabei dando boas risadas. Apesar de a trama fluir com certa lentidão, é agradável aos olhos e tem uma sensibilidade incrível.



3 - A Montanha Enfeitiçada: A montanha enfeitiçada é um local repleto de histórias, apesar de jamais encontrado. A lenda diz que fica localizada no meio do deserto de Nevada, nos Estados Unidos. Jack Bruno (Dwayne Johnson) é um taxista de Las Vegas que um dia conhece Sara (AnnaSophie Robb) e Seth (Alexander Ludwig), adolescentes que possuem poderes sobrenaturais e que estão em plena fuga. Precisando protegê-los, Jack passa a acompanhá-los em sua busca pela montanha para que possam salvar o mundo.

Já vi inúmeras vezes imagens desse filme no Facebook, mas não imaginava que era desse filme. Na verdade, só busquei a assistir esse filme quando pesquisava sobre "A Fuga Para a Montanha Enfeitiçada", um outro filme que assisti quando era criança e adorava. Acabei descobrindo que este filme lançado no ano de 2009 se tratava de uma continuação do outro, logo fiquei animado e tratei de conferir. Bom, gostei do filme, porém é bem diferente do universo criado anos atrás.


4 - Academia de Vampiros - O Beijo das Sombras: Na escola de vampiros St. Vladimir estudam Rose e Lissa, duas melhores amigas. Rose é meio humana, meio vampira, e perdeu toda a família em um acidente. Ela tem o dom de entrar na cabeça de Lissa, uma princesa que domina o elemento do Espírito, sendo capaz de curar pessoas e animais. Juntas, elas vão proteger os vampiros Moroi dos inimigos Strigoi.

Resolvi quebrar um costume e assistir uma adaptação cinematográfica de um livro, antes de ler-lo. E posso dizer que não poderia ter feito melhor. Este filme é um máximo, quer dizer quem leu e assistiu disseram que foi mal adaptado e foge muito do livro. Para ter certeza, só lendo para conferir, contudo o filme é um excelente suspense.


5 - Garoto Prodígio: O garoto Sean testemunhou o assassinato brutal de sua mãe e cresceu obcecado por vingança. Dessa forma, torna-se um rapaz quieto e estudioso durante os dias, e um herói à noite. Mas o que é um verdadeiro herói? Quem decide o que é certo e o que é errado? Ao passo que os limites se atenuam, a vida dupla de Sean traz à tona muitas dúvidas, e suas duas vidas ficam prestes a se colidir.

Este foi um dos primeiros filmes que assisti nas férias, não esperava muito também e acabei me surpreendendo, apesar de ser bem sombrio. Fiquei por horas pensando no drama do personagem principal e tentando entender suas motivações.

sábado, 2 de agosto de 2014

[Resenha] - Roleta Russa, de Jason Matthews

Autor (a): Jason Matthews
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Número de Páginas: 432
Onde Comprar? CulturaSaraiva

Desde pequena, o sonho de Dominika Egorova era fazer parte do Bolshoi, o balé mais importante da Rússia. Após ser vítima de uma sabotagem, porém, ela vê sua promissora carreira se encerrar de forma abrupta. Logo em seguida, mais um golpe: a morte inesperada do pai, seu melhor amigo. Desnorteada, Dominika cede à pressão do tio, vice-diretor do serviço secreto da Rússia, o SVR, e entra para a organização. Pouco tempo depois, é mandada à Escola de Pardais, um instituto onde homens e mulheres aprendem técnicas de sedução para fins de espionagem. Em seus primeiros meses como pardal, ela recebe uma importante missão: conquistar o americano Nathaniel Nash, um jovem agente da CIA, responsável por um dos mais influentes informantes russos que a agência já teve. O objetivo é fazê-lo revelar a identidade do traidor, que pertence ao alto escalão do SVR. Logo Dominika e Nate entram num duelo de inteligência e táticas operacionais, apimentado pela atração irresistível que sentem um pelo outro.

Depois de uma prolongada leitura, eis que trago a resenha deste livro que também não está sendo nenhum pouco fácil. “Roleta Russa” é um livro complexo, habilidoso e explorador. E é entre ruas, becos, praças e vielas que acompanharemos a história de uma russa e um americano que trabalham para o serviço secreto de seus respectivos países.

O EUA conta com um poderoso informante no serviço secreto russo - Marble - que é operado pelo o jovem agente, Nathaniel Nash. Porém, quando um encontro entre o agente e o informante não sai como esperado e coloca em risco a vida do traidor russo, Nash ver sua carreira por um fio. Com o SVR (Serviço Secreto Russo) em sua cola, ele é mandado para a Finlândia, a fim de esfriar os ânimos do governo russo.

No entanto, a Rússia envia a bela Dominika Egorova para seduzir o agente americano e descobrir a identidade do traidor. Então, um fatal jogo de sedução e inteligência se inicia, porém tudo pode ir para o ralo quando ambos começam a se sentir atraídos um pelo o outro. 

Dominika é temperamental, inteligente e de uma beleza estonteante. Nate é determinando, presunçoso e estrategista. Quando um jogo de gato e rato começa, o leitor mergulha em um misterioso mundo de conspiração e inteligência: russa e americana. Uma trama cheia de acontecimentos frenéticos e com muitos personagens dando seus pontos de vista.

Homens de colarinho branco, velhinhos espiões, mulheres halterofilistas e pessoas de auras sujas são personagens que completa esta obra de espionagem criada por Jason Matthews. E por falar no Mathews, ele é um ex-agente da CIA e apesar de ele puxar a sardinha para o seu país, ele se esforça ao máximo para não deixar sua obra tendenciosa. Expondo os erros e acertos de ambos países e o fato de ele ser um ex-agente também ajuda a dar uma visão mais sistêmica sobre esse mundo da espionagem.


O autor soube explorar ao máximo seus personagens, eles são anti-heróis que busca a glória, defendendo seus ideais, sejam eles corretos ou não. “Roleta Russa” apesar de ter uma trama envolvente e ágil, sua leitura é bastante demorada e requer atenção e cuidado para que haja compreensão.

O título original do livro se chama “Red Sparrow” que em uma tradução literal seria “Pardal Vermelho”, mas a Editora Arqueiro resolveu usar o termo “Roleta Russa” que caiu super bem. Para quem não sabe Roleta Russa se trata de um jogo de azar onde uma bala é colocada em uma das câmeras do revólver, então o tambor do revólver é girado e fechado, desconhecendo a posição da bala. Por fim, o participante aponta a arma para cabeça e atira, correndo o risco de morte¹. No caso, o livro por se tratar de espionagem e conspiração, quando uma pessoa se coloca na posição de informante para outro país, ela acaba colocando em risco a própria vida.

Uma coisa muito legal que tem a cada fim de capitulo é a receita de uma comida que foi citada durante ele. Isso reduz, bastante a estranheza dos nomes dos pratos e aproxima o leitor do cenário vivenciado pelo os personagens

O final do livro ficou em aberto, talvez, uma evidência para um próximo livro. E apesar de não gostar de finais em abertos, achei as reações finais dos personagens bem justificadas, em decorrência de tudo que aconteceu.

Enfim, “Roleta Russa” é um livro detalhista e único como um saboroso prato grego.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

[Sorteio] - O Jogo Perfeito



Olá pessoal, como prometido o blog irá sortear 1 exemplar do livro "O Jogo Perfeito", da autora J. Sterling. Para participar é muito simples!

1 - Basta ter um endereço de entrega no Brasil;
2 - E validar sua participação, preenchendo a entrada obrigatória com seu e-mail.

Depois disso será liberado chances extras, não obrigatórias, para concorrer ao livro. Ou seja, você preenche apenas se quiser ter mais chances de ganhar. Boa sorte!


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